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Nota Oficial - Acompanhamento

28/11/2014

Desde o acidente ambiental ocorrido na última terça-feira (25), em Lauro Müller, a equipe técnica da Tubarão Saneamento tem acompanhado e monitorado a mancha que vem se espalhando no Rio. A água contaminada está há algumas horas da Captação e já ultrapassou a ponte pênsil no bairro Guarda. Segundo os profissionais, boa parte do conteúdo poluente se dissolveu no encontro entre os Rios Tubarão e Braço do Norte. Os testes com a água coletada, em trechos do rio, acima da Captação estão sendo realizados desde a madrugada desta sexta-feira (28). A Concessionária está com as equipes de campo, em caráter emergencial. Caso o resultado dessas análises com a água contaminada determine que não será possível tratá-la, uma barreira, já instalada na entrada da Captação, será ativada para que o poluente não entre no sistema, que está operando em carga máxima.

Por meio do software GIS (Sistema de Informação Geográfica), já foram simulados cenários e manobras necessárias, que priorizaram o abastecimento de áreas emergenciais. Como há possibilidade de suspensão temporária no fornecimento de água tratada, a Tubarão Saneamento solicita à população que continue utilizando a água de forma consciente, evitando desperdícios, até que a situação seja normalizada. Medidas paliativas, como fornecimento de água às clínicas de hemodiálises e hospitais, estão disponíveis pela Concessionária, caso necessário. A população pode entrar em contato pelos telefones 0800 648 9596 ou (48) 3052-7400. 

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Entenda o caso: Uma grande quantidade de material, denominado de finos de carvão vazou para o rio, na última terça-feira (25), devido ao transbordamento de uma bacia de uma empresa mineradora de carvão, que fica localizada na comunidade de Rocinha de Baixo. A direção da empresa alega que o acidente ocorreu em razão de possíveis problemas mecânicos em duas bombas que ficavam em uma bacia com água limpa. 

“Essas bombas pararam de funcionar por volta das 22 horas de terça. Imediatamente a equipe técnica responsável resolveu o problema e conteve o vazamento. O trabalho durou cerca de duas horas e nesse intervalo aconteceu o transbordo de água da bacia, que acabou arrastando substâncias poluentes de outra bacia desativada. Boa parte da água e do lodo ficaram retidos na bacia de contenção de emergência, parte foi parar no rio”, explicou a diretora da empresa Astrid Barato.

Ainda segundo a direção da Carbonífera, a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) esteve na empresa verificando o ocorrido e fazendo a autuação. A mineradora investiga o que pode ter provocado a falha nas bombas e já informou os órgãos oficiais de fiscalização e proteção ambiental sobre o ocorrido.

Fonte: Assessoria de Comunicação